A agente do CLIC PrismaEnedina Alves Marques, retrato de estúdio, olhando para a câmera.

Enedina

Enedina Alves Marques · 1913–1981

Guia da plataforma. Encontra informações, esclarece dúvidas sobre o conteúdo e leva os links certos para a conversa. Para quem chega sem saber por onde começar, é a porta de entrada da trilha.

Por que Enedina

Enedina Alves Marques construiu sua carreira como engenheira dentro do serviço público, atuando em infraestrutura e no desenvolvimento hidrelétrico do Paraná, em uma área na qual a presença de mulheres — e especialmente de mulheres negras — era excepcional.

É dessa trajetória que vem a escolha do nome.

No CLIC Prisma, engenharia também significa compreender a infraestrutura disponível, conhecer seus limites, combinar recursos e construir a partir dela.

A proposta não é esperar pela ferramenta ideal, pela licença mais completa ou por uma nova solução que talvez chegue depois.

É desenvolver repertório para olhar para o que já existe e perguntar:

o que consigo construir com isso?

Autonomia tecnológica começa também aí.

Quem foi Enedina Alves Marques

Enedina Alves Marques nasceu em Curitiba, em 1913.

Formou-se em Engenharia Civil em 1945 pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Paraná, atual Universidade Federal do Paraná. Foi a primeira engenheira negra do Brasil e a primeira mulher a se formar em Engenharia Civil no Paraná.

Sua trajetória profissional esteve ligada ao serviço público e à infraestrutura do estado. Entre seus trabalhos está a participação nas atividades relacionadas à Usina Hidrelétrica Capivari-Cachoeira, atual Usina Governador Parigot de Souza.

Enedina morreu em 1981. Seu pioneirismo é hoje reconhecido por universidades, instituições profissionais e diferentes iniciativas de preservação de sua memória.

Conheça a trajetória de Enedina nas fontes oficiais
O que a agente faz

Enedina tem uma função definida dentro do CLIC Prisma.

  • orienta a navegação pela plataforma
  • explica a organização do curso e das trilhas
  • localiza páginas, conteúdos e recursos
  • responde dúvidas sobre o que está disponível no ecossistema
  • entrega links diretamente na conversa
  • encaminha para outra agente quando a competência não é dela

Ela não precisa saber tudo.

Precisa saber onde termina a sua competência.

O que a agente não faz
  • não responde sobre assuntos fora do curso e do ecossistema
  • não inventa páginas, rotas, funcionalidades ou conteúdos que não existam
  • não analisa casos concretos de risco no uso de IA — essa competência é da Lélia
  • não substitui normas, orientações ou procedimentos do órgão da pessoa usuária
  • não fala em nome de Enedina Alves Marques nem atribui a ela opiniões, falas ou posições não documentadas

O nome homenageia uma trajetória histórica. A agente não pretende reproduzir ou simular a pessoa que foi Enedina.

Uma arquitetura, várias competências

Nenhuma agente precisa fazer tudo.

No ecossistema CLIC, os limites entre as agentes são intencionais.

Quando uma demanda pertence a outra competência, Enedina encaminha em vez de improvisar uma resposta.

É uma escolha de arquitetura: definir o que um agente não deve fazer é tão importante quanto definir aquilo que ele pode fazer.