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Módulo 07 · 1 h 50 min de estudo

Criando um Assistente

definir, construir, testar

Neste módulo, você vai aprender a transformar uma necessidade real de trabalho em um assistente. Vai definir o que ele deve fazer, construir suas instruções e testar seu comportamento. Ao longo do processo, você terá modelos e estruturas de apoio para não precisar começar do zero — e para conseguir criar novos assistentes depois.

Você vai conseguir
  • Identificar uma necessidade adequada para um assistente
  • Definir objetivo, instruções, fontes, recursos e limites
  • Construir um assistente a partir dessas decisões
  • Testar respostas e ajustar o comportamento quando necessário
  • Adaptar modelos de instrução para diferentes situações de trabalho
Você leva

Seu assistente e modelos para criar os próximos

Um assistente construído para um caso real, acompanhado de modelos de instrução que você poderá reutilizar e adaptar em novas situações.

Antes de colocar a mão na massa, vale entender o que é um agente, no que ele ajuda no dia a dia do serviço público e quais peças o compõem.

Em uma frase: um agente é uma versão do Copilot especializada por você — você dá instruções, conecta fontes de confiança e ele passa a responder dentro desse escopo, sem precisar de uma linha de código.

Para que serveO que ele faz
Redigir documentosNotas técnicas, despachos e ofícios seguindo um modelo institucional.
Responder dúvidasSobre normas, portarias e procedimentos, a partir de fontes confiáveis.
Resumir e localizarExtrair pontos-chave de documentos longos e encontrar informação.
Orientar processosGuiar o servidor passo a passo em um fluxo de trabalho conhecido.

A anatomia de um agente. Todo agente, por mais simples que seja, é feito das mesmas quatro peças. Entender o que cada uma faz é metade do caminho.

A peçaO que ela é
Instruções — o cérebroO texto que define quem o agente é, o que faz, em que tom e — principalmente — o que não deve fazer. É a peça que mais determina a qualidade das respostas.
Fontes de conhecimento — a memóriaDocumentos, PDFs, sites ou pastas do SharePoint que o agente consulta. Você decide se ele pode buscar na web aberta ou usar somente o que você anexou.
Funcionalidades — as mãosO que o agente consegue produzir: arquivos do Word, Excel e PowerPoint, gráficos, trechos de código ou imagens. Você liga apenas o que faz sentido para o caso.
Prompts sugeridos — a porta de entradaFrases prontas que aparecem no início da conversa. Diminuem o medo da página em branco e mostram a quem usa o que dá para pedir.

Dois jeitos de criar. Ao clicar em Novo Agente, você escolhe entre montar conversando ou preencher os campos na mão. Os dois levam ao mesmo resultado. Na linguagem natural você descreve o agente numa conversa e o Copilot preenche nome, descrição e instruções — rápido e intuitivo, ótimo para o primeiro contato. Configurando manualmente você preenche cada campo: mais trabalhoso, mas mostra todas as peças, e é o caminho que usaremos para aprender.

Limite

O agente entrega rascunho para revisão humana, nunca a palavra final

Em uso institucional, prefira limitar as fontes ao que você indicou — assim o agente não improvisa com informação de fora.

E ele não sabe mais que você sobre o seu processo: sabe o que está nas fontes, e nada além. Se o procedimento da sua unidade só existe na cabeça da equipe, ele vai inventar uma versão plausível com a mesma segurança com que acerta o resto. É por isso que toda ficha deste módulo termina numa lista de checagem.